PROFFILO MESTRADO PROFISSIONAL EM FILOSOFIA FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO ABC Telefone/Ramal: 2320-6309-/6309 http://propg.ufabc.edu.br/prof-filo
Dissertações/Teses

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2019
Dissertações
1
  • GILVAN ALBUQUERQUE LIMA
  • A LEITURA FILOSóFICA NO ENSINO MÉDIO SEU DESDOBRAMENTO FORMATIVO.

  • Orientador : ANDRE LUIS LA SALVIA
  • Data: 26/04/2019
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2
  • MARCOS MACHADO
  • NIETZSCHE, O JÚRI E O ENSINO MÉDIO: DESNATURALIZANDO RESSENTIMENTO, VINGANÇA E JUSTIÇA

  • Orientador : LUIZ FERNANDO BARRERE MARTIN
  • Data: 29/04/2019
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  • Não informado

3
  • CRISTIANE DE LIMA QUADROS
  • O FILOSOFAR NAS AULAS DE BIOÉTICA: proposta didática para a abordagem da medicalização da vida e do sofrimento animal

  • Orientador : PAULO TADEU DA SILVA
  • Data: 30/04/2019
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  • Não informado

4
  • FABRICIO RAMOS RODRIGUES
  • Filosofia no Ensino Fundamental II: práticas argumentativas e civilidade

  • Orientador : PATRICIA DEL NERO VELASCO
  • Data: 30/04/2019
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  • Não informado

5
  • ARLISON FRANK LISBOA ALVES
  • Cadernos de notas e ensino de filosofia: a escrita da experiência como resistência às dinâmicas político-educacionais neoliberais brasileiras

  • Orientador : MARINE DE SOUZA PEREIRA
  • Data: 04/07/2019
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  • Objetivamos analisar como as atuais políticas educacionais na sua relação com as dinâmicas econômicas neoliberais produzem discursos, documentos e modos de ser capazes de ressignificar os sentidos da escola pública, a presença da disciplina de filosofia no Ensino Médio e o sentido de ser professor de filosofia. Supomos que essas relações econômico-políticas esvaziam os sentidos do trabalho do professor porque impactam suas experiências e se impõem como chavões e clichês que minimizam suas possiblidades de compreender a própria prática. Por esse motivo, operamos a desconstrução e a desnaturalização de certas expressões que se tornaram comuns ao trabalho do professor, provenientes tanto dos documentos oficiais quanto do seu cotidiano. Ao empreender um estudo sobre a nossa própria experiência constituímos os sentidos da nossa prática como uma forma de contradiscurso diante dos hegemônicos discursos vazios dos documentos oficiais. Para isso, fazemos uso de alguns dos registros tomados em nossos cadernos de anotações nos quais pontuamos enunciados comuns do trabalho cotidiano do professor. Assim, o estudo sobre a nossa própria prática, sobre as nossas experiências e sobre tais discursos compõem um material que tomamos para mapear as contradições entre aquilo que é dito – pelos professores e pelos documentos – e aquilo que nossos trabalhos produzem. Trata-se também de considerar, principalmente, como o trabalho prático do professor pode ser compreendido como uma forma de resistência diante da estrutura discursiva hegemônica que o neoliberalismo faz imperar sobre a educação. 

     

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