Fundação Universidade Federal do ABC Santo André, 31 de Agosto de 2025

Resumo do Componente Curricular

Dados Gerais do Componente Curricular
Tipo do Componente Curricular: DISCIPLINA
Tipo de Disciplina: REGULAR
Forma de Participação: DISCIPLINA REGULAR
Unidade Responsável: PÓS-GRADUAÇÃO EM FILOSOFIA (11.01.06.40)
Código: FIL-101C
Nome: TEMAS DE ÉTICA: GÊNERO, VIRTUDE E VIOLÊNCIA
Carga Horária Teórica: 48 h.
Carga Horária Prática: 0 h.
Carga Horária Estudo Individual: 96 h.
Carga Horária Dedicada do Docente: 0 h.
Carga Horária Total: 144 h.
Pré-Requisitos:
Co-Requisitos:
Equivalências:
Excluir da Avaliação Institucional: Não
Matriculável On-Line: Sim
Horário Flexível da Turma: Não
Horário Flexível do Docente: Sim
Obrigatoriedade de Nota Final: Sim
Pode Criar Turma Sem Solicitação: Não
Necessita de Orientador: Não
Exige Horário: Sim
Permite CH Compartilhada: Não
Permite Múltiplas Aprovações: Não
Quantidade de Avaliações: 3
Ementa/Descrição: A disciplina pretende discutir as condições de possibilidade da elaboração de conceitos, juízos e argumentos morais. Em torno desta problemática serão abordados alguns dos temas mais importantes tratados por autores diversos da tradição filosófica, incluindo eventuais interfaces entre a ética e outros campos filosóficos e não filosóficos. Assim, serão discutidos, dentre outros, os seguintes temas: ética e moral; ética e religião; virtude e eudaimonia; teorias éticas deontológicas; teorias éticas consequencialistas; teorias éticas intuicionistas; ética e racionalidade; razão, paixões e vontade; o dever e o imperativo categórico; autonomia e heteronomia; liberdade e determinação; relativismo ético; o niilismo e a crise da normatividade.
Referências: Obras em Latim: [1] AVGVSTINVS. De ciuitate Dei. Turnhout, BE: Brepols, 1955. Libri I-X. (Corpus Christianorum Series Latina XLVII.) [2] M. FABII QUINTILIANI. De institutione oratoria libri duodecim, ad codicum veterum fidem. Lipsiae: Sumtibus Frid. Christ. Guil. Vogelil, 1816. v. IV. livros X-XII. [3] TITUS LIVIUS. The History of Rome. Ed. Benjamin Oliver Foster. Book 1. | Obras latinas traduzidas para línguas modernas: [1] AGOSTINHO DE HIPONA. A Cidade de Deus. Trad., pref., nota biográfica e transcr. J. Dias Pereira. 2a ed. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, 1996. v. I. livro I-VIII. (Coleção Textos Clássicos.) [2] AGOSTINHO, Santo. A Cidade de Deus. Volume 1: Livros I–VI. Tradução de João Carlos Nogueira e Luiz Marcos da Silva Filho. Introdução: Franklin Leopoldo Silva. São Paulo: Paulus, 2023. (Coleção Patrística; v. 50/1). [3] AGOSTINHO, Santo. A Cidade de Deus. Volume 2: Livros VII–XII (ou 7–14 conforme índice). Tradução de João Carlos Nogueira e Luiz Marcos da Silva Filho. Notas: Luiz Marcos da Silva Filho. São Paulo: Paulus, 2025. (Coleção Patrística; v. 50/2). [4] AGOSTINHO. A Cidade de Deus (contra os pagãos). Petrópolis, RJ: Vozes/São Paulo: Federação Agostiniana Brasileira, 2012. 2 v. TITO LÍVIO. História de Roma. Trad. Paulo Matos Peixoto. São Paulo: Paumape, 1989. (acesso a alguns trechos no artigo de Alessandra Carbonero Lima). [5] CÍCERO. Dos deveres. Trad. Angélica Chiapeta. São Paulo: Martins Fontes, 1999. [6] M. Tullius Cicero. De Officiis. Edição biligue latim-inglês. Walter Miller. Cambridge. Harvard University Press; Cambridge, Mass., London, England. 1913. [6] SÉNECA. Consolaciones, Diálogos, Apocolocintosis y Epístolas morales a Lucilio. Estudio introductorio por J. M. Díaz Torres. Trad. de H. Mariné Ididro e I. Roca Meliá. Madrid: Gredos, 2013. [7] TITO LÍVIO. História de Roma. Trad. Paulo Matos Peixoto. São Paulo: Paumape, 1989. (acesso a alguns trechos no artigo de Alessandra Carbonero Lima). [8] VALERIUS MAXIMUS. Factorum et Dictorum Memorabilium, Libri Novem. Karl Friedrich Kempf (ed.). Leipzig: Teubner, 1888. | Bibliografia secundária: [1] ALGRANTI, Leila Mezan. Honradas e devotas: mulheres da Colônia — condição feminina nos conventos e recolhimentos do sudeste do Brasil, 1750-1822. 2. ed. Brasília: EdUNB; Rio de Janeiro: José Olympio, 1993. [2] AYOUB, C. N. A. “Agostinho contra Tito Lívio: pudor, estupro e suicídio feminino”. Dissertatio, v. 10, p. 351-370, 2020. [3] AYOUB, C. N. A. Agostinho e a injustiça da lei e das formas jurídicas quanto ao estupro de mulheres. Revista De Filosofia Aurora, v. 37, p. 1-17, 2025. [4] AYOUB, C. N. A. Estudo sobre a noção de pudicitia feminina (honra feminina). In: Alfredo Storck. (Org.). Mediaevum I: estudos de filosofia medieval. 1ed.Pelotas: Editora UFPel, 2024, v. I, p. 39-75. [5] KASTER, Robert. "The shame of the Romans." Transactions of the American Philological Association (1974-) 127 (1997): 1-19. KASTER, Robert. Emotion, restraint, and community in ancient Rome. Oxford: Oxford University Press, 2005. [6] LANGLANDS, Rebecca. “Roman Exempla and Situation Ethics: Valerius Maximus and Cicero de Officiis”. Journal of Roman Studies, v. 101, p. 100-122, 2011. [7] LANGLANDS, Rebecca. Exemplary Ethics in Ancient Rome. Cambridge; New York: Cambridge University Press, 2018. [8] LANGLANDS, Rebecca. Sexual Morality in Ancient Rome. Cambridge: Cambridge University Press, 2006. [9] MYSCOFSKI, Carole A. “Amazons and Cannibals: Imagining Brazilian Women in the Colonial Period”. In: Amazons, wives, nuns, and witches: Women and the Catholic church in colonial Brazil, 1500-1822. Austin: University of Texas Press, 2013. [10] RAMINELLI, Ronald. Eva Tupinambá. In: DEL PRIORE, Mary (org.). História das mulheres no Brasil. 10. ed. São Paulo: Contexto; UNESP, 2018. p. 11–45. [11] ROLLER, Matthew B. Models from the Past in Roman Culture: A World of Exempla. Cambridge; New York: Cambridge University Press, 2018. xix, 321 p. ISBN 978‐1‐107‐16259‐4. [12] RUETHER, Rosemary Radford. “Augustine: Sexuality, Gender, and Women”. In: STARK, J.C. (ed.). Feminist Interpretations of Augustine: Re-Reading the Canon, 2007, p. 47-67. [13] VENDEMIATTI, Leandro Abel. Sobre a natureza dos deuses de Cícero. 2003. 148p. Dissertação (mestrado). Instituto de Estudo da Linguagem da Universidade Estadual de Campinas, Campinas, SP. Disponível em: https://hdl.handle.net/20.500.12733/1594030. Acesso em: 29 mar. 2024. | Obras de referência: [1] LEWIS, C.; SHORT, C. A Latin Dictionary. Oxford: Clarendon, 1879. [2] MOMIGLIANO, Arnaldo; CORNELL, Timothy J. Patricians. The Oxford Classical Dictionary [on-line], 2012. Disponível em: https://www.oxfordreference.com/view/10.1093/acref/9780199545568.001.0001/acref-9780199545568-e-4782. Acesso em: 18 mar. 2024. [3] SMITH, W. A Dictionary of Greek and Roman Antiquities. London: John Murray, 1890.

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