Fundação Universidade Federal do ABC Santo André, 30 de Maio de 2026

Resumo do Componente Curricular

Dados Gerais do Componente Curricular
Tipo do Componente Curricular: DISCIPLINA
Tipo de Disciplina: REGULAR
Forma de Participação: DISCIPLINA REGULAR
Unidade Responsável: PÓS-GRADUAÇÃO EM CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS (11.01.06.30)
Código: CHS-004
Nome: SEMINÁRIOS AVANÇADOS EM CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS
Carga Horária Teórica: 48 h.
Carga Horária Prática: 0 h.
Carga Horária Estudo Individual: 60 h.
Carga Horária Dedicada do Docente: 0 h.
Carga Horária Total: 108 h.
Pré-Requisitos:
Co-Requisitos:
Equivalências:
Excluir da Avaliação Institucional: Não
Matriculável On-Line: Sim
Horário Flexível da Turma: Não
Horário Flexível do Docente: Sim
Obrigatoriedade de Nota Final: Sim
Pode Criar Turma Sem Solicitação: Não
Necessita de Orientador: Não
Exige Horário: Sim
Permite CH Compartilhada: Não
Permite Múltiplas Aprovações: Não
Quantidade de Avaliações: 2
Ementa/Descrição: A constituição das disciplinas e a disciplinarização do saber: a questão do método como ordenador do discurso científico. O esgotamento da abordagem disciplinar no campo científico e a emergência da Interdisciplinaridade como questão prática e teórica. O deslocamento epistêmico e os impasses do exercício e da produção interdisciplinar. A Interdisciplinaridade na abodagem histórica, sociológica e antropológica. A disputa das categorias e dos conceitos: pluridisciplinaridade, multidisciplinaridade, interdisciplinaridade e transdisciplinaridade. Conversão, resistências e confrontos institucionais: universidades, periódicos, agências de financiamento e sistemas de avaliação perante o desafio da revisão de parâmetros, métodos e concepções disciplinares.
Referências: [1] BOURDIEU, Pierre. Os Usos Sociais da Ciência: Por uma Sociologia Crítica do Campo Científico. São Paulo: EDUNESP, 2004, pp. 17-48. [2] CRENSHAW, Kimberlé. “Documento para o encontro de especialistas em aspectos da discriminação racial relativos ao gênero”. Revista Estudos Feministas, 2002. Disponível em: https://www.scielo.br/j/ref/a/mbTpP4SFXPnJZ397j8fSBQQ/?format=pdf&lang=pt. [3] FIGUEIREDO, Ângela. Epistemologia insubmissa feminista negra decolonial. Revista Tempo e Argumento, v. 12, n. 29, 2020. [4] GONZALEZ, Lélia. A categoria político-cultural da amefricanidade. [5] HARAWAY, Donna. “Saberes Localizados: a questão da ciência para o feminismo e o privilégio da perspectiva parcial”. Cadernos Pagu, n. 5, 1995, pp. 07-41. [6] LANDER, Edgardo. Ciências sociais: saberes coloniais e eurocêntricos. In: A Colonialidade do Saber, eurocentrismos e Ciências Sociais. Perspectivas Latino-americanas. Disponível em: http://biblioteca.clacso.edu.ar/ar/libros/lander/pt/lander.html. [7] LATOUR, Bruno. Jamais fomos modernos. São Paulo: Editora 34, 1994. [8] MACHADO, Lia Zanotta. “Gênero, um novo paradigma?”. Cadernos Pagu, n. 11, 1998, pp. 107-125. Disponível em: https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/cadpagu/article/view/8634467. [9] MBEMBE, Achille. A universalidade de Frantz Fanon. Prefácio de OEuvres, publicado pela La Découverte, 2011. Disponível em: https://www.epedagogia.com.br/materialbibliotecaonine/2894A-universalidade-de-Frantz-Fanon.pdf. [10] MBEMBE, Achille. “Afropolitanismo”. Áskesis – Revista dos Discentes do Programa de Pós-Graduação em Sociologia da UFSCar, v. 4, n. 2, 2015, p. 68-68. Disponível em: https://www.revistaaskesis.ufscar.br/index.php/askesis/article/view/74. [11] MORIN, Edgar. Introdução ao pensamento complexo. Porto Alegre: Editora Sulina, 1995. [12] MOURA, Dione Oliveira; ALMEIDA, Tânia Mara Campos de. “Ancestralidade, Interseccionalidade, Feminismo Afrolatinoamericano e Outras Memórias sobre Lélia Gonzalez”. Arquivos do CMD, v. 8, n. 2, jul/dez 2019. Disponível em: https://periodicos.unb.br/index.php/CMD/article/download/31148/27506/83162. [13] MOUTINHO, Laura. Diferenças e desigualdades negociadas: raça, sexualidade e gênero em produções acadêmicas recentes. Cadernos Pagu, n. 42, 2014. Disponível em: https://www.scielo.br/j/cpa/a/CYYSsFmdHWTGNcBqYQKQ9Rw/?lang=pt. [14] NOGUERA, Renato. Dos condenados da terra à necropolítica: diálogos filosóficos entre Frantz Fanon e Achille Mbembe. Revista Latinoamericana do Colégio Internacional de Filosofia, n. 3, 2018. Disponível em: http://www.revistalatinoamericana-ciph.org/wp-content/uploads/2018/02/RLCIF-3-Dos-condenados-da-terra.pdf. [15] NUCCI, Marina Fisher. “Crítica feminista à ciência: das ‘feministas biólogas’ ao caso das ‘neurofeministas’”. Revista Estudos Feministas, Florianópolis, v. 26, n. 1, 2018. Disponível em: https://www.scielo.br/j/ref/a/ytr4nxmcm5v8y83C6CsRv9x/?lang=pt. [16] OYĚWÙMÍ, Oyèrónkẹ́. A invenção das mulheres: construindo um sentido africano para os discursos ocidentais de gênero. Rio de Janeiro: Bazar do Tempo, 2021. Disponível em: https://pt.br1lib.org/book/16786617/dbe041. [17] POMBO, Olga. Práticas Interdisciplinares. Sociologias, Porto Alegre, ano 8, nº 15, jan/jun 2006, p. 208-249. [18] QUIJANO, Aníbal. Colonialidade do poder, eurocentrismo e América Latina. In: A Colonialidade do Saber, eurocentrismos e Ciências Sociais. Perspectivas Latino-americanas. Disponível em: http://biblioteca.clacso.edu.ar/ar/libros/lander/pt/lander.html. [19] SANTOS, Boaventura de Sousa. Para além do pensamento abissal: das linhas globais a uma ecologia de saberes. Revista Crítica de Ciências Sociais, n. 78, 2007, p. 3-46. [20] SHINN, Terry. “Regimes de produção e difusão de ciência: rumo a uma organização transversal do conhecimento”. Scientiæ Studia, São Paulo, v. 6, n. 1, p. 11-42, 2008. [21] SOIHET, Rachel; COSTA, Suely Gomes. “Interdisciplinaridade: história das mulheres e estudos de gênero”. Revista Gragoatá, n. 25, p. 29-49, 2008. Disponível em: https://periodicos.uff.br/gragoata/article/view/33140.
Currículos
Código Ano.Período de Implementação Matriz Curricular Obrigatória Período Ativo
CURSOPOS 2006.1 CURSO PÓS - SANTO ANDRÉ - Presencial - M Sim 0 Sim

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